domingo, 21 de fevereiro de 2010

DHEA

Indicações:

O FDA, órgão fiscalizador dos alimentos e medicamentos nos EUA, há 10 anos considerava a DHEA como um medicamento indicado para perda de peso e exigia receita médica para vendê-lo. Em 1994 foi feita uma nova classificação e a DHEA foi considerado um suplemento alimentar e liberada sua venda sem prescrição médica. Recentemente, entretanto, foi novamente proibida a comercialização livre do produto, restringindo-o ao receituário médico e a farmácias com manipulação. Em 1995 foi publicado no Annals of the New York Academy of Sciences um trabalho em que se demonstrava que pacientes que tiveram os níveis de DHEA elevados por suplementação haviam apresentado aumento da massa magra (músculos), diminuição da massa gordurosa nos homens e discreto aumento nas mulheres, aumento da força muscular nos dois sexos assim como melhora do sistema de defesa imunitária do organismo (Referência). Em 1998 novos trabalhos corroboravam esses achados (Morales AJ, Haubrich RH, Hwang JY, Asakura H, Yen SS - Clin Endocrinol (Oxf) 1998 Oct;49(4):421-32). Os estudos mostraram que o uso diário de 50mg de DHEA aumentava muito a sensação de bem estar nos pacientes. Dean, Morgenthaler & Fowkes, autores do livro Smart Drugs II - The Next Generation, abordam a questão da terapia antienvelhecimento e para o desempenho mental com precursores hormonais. Em seu trabalho, os autores expõem os efeitos obtidos com a DHEA na longevidade de animais de laboratório, sobre os quais o precursor hormonal exerceu marcante ação de ampliação.
DHEA e Longevidade: Sobre a mortalidade, em geral, num extenso trabalho realizado durante 12 anos pela Dra Elizabeth Barret Conner na Universidade da California, com 240 homens, com idades variando de 50 a 79 anos (New England Journal of Medicine, 315:1519-24), demonstrou-se uma nítida relação entre baixos níveis de DHEA e motalidade aumentada. Outro interessante estudo realizado com ratos, aos quais se administrou DMBA (uma potente substância indutora de câncer de mama), demonstrou que 95% dos ratos que não receberam DHEA desenvolveram câncer, enquanto apenas 27% dos ratos com suplementação de DHEA desenvolveram o tumor neoplásico (Dermival Pansera).
O declínio de DHEA: À medida que envelhecemos a produção de cortisol pela supra-renal aumenta e, inversamente, a DHEA, a Melatonina e o Hormônio do Crescimento (HGH) declinam diminuem. Durante os primeiros cinco anos de vida as adrenais produzem muito pouca DHEA. Por volta dos 6 ou 7 anos de idade começamos a presenciar uma elevação dos níveis deste hormônio, de forma que aos 20 anos é o hormônio mais abundante no sangue em circulação. Por volta dos 30-40 anos começa a ocorrer uma queda nos níveis deste hormônio e por volta dos 70 anos temos apenas 25% ou menos, da quantidade que tínhamos aos 20 anos.
Possíveis Efeitos Terapêuticos Memória: Ainda são contraditórios os resultados científicos sobre as influências da DHEA sobre a melhora da memória ou sobre a prevenção do declínio cognitivo.
Alguns autores mostram resultados promissores (Markowski 2001; Mathis, 1999), enquanto outros afirmam nulidade ou resultados nada expressivos (Moffat, 2000; Almeida, 2001; Carlson, 1999; Huppert, 2000).
Imunidade: As primeiras pesquisas relacionando os níveis de DHEA foram feitas em pacientes com doenças crônicas, AIDS, sífilis congênita e queimados. Também os pacientes sob cuidados intensivos mostraram baixos níveis desse precursor hormonal, com uma redução significante da relação DHEA/cortisol. As pesquisas nessa área têm sido mais concordantes entre vários autores. Uma boa parte dos trabalhos conclui que nas doenças graves os níveis de cortisol sobem às custas de outros esteróides, inclusive DHEA. A ação imunoestimulante da DHEA pode ser motivada por bloqueio dos corticóides ou por modulação da síntese das chamadas linfocinas (Morfin, 2000; Christeff, 2000; Clerici, 2000; Padgett, 2000; Cutolo, 2000).
Obesidade: Alguns autores têm pesquisado as relações da DHEA com a obesidade, notadamente com a obesidade que o envelhecimento predispõe. Alguns estudos realizados com camundongos (Richards, 1999), onde foi verificado que a DHEA evitou o desenvolvimento da obesidade. Também em idosos humanos procurou-se estabelecer as relações DHEA/obesidade com resultados muito promissores (Jankowska, 2000). A DHEA parece ser um agente estimulante da termogênese (geração de calor), fazendo com que o corpo gaste mais energia mobilizando assim as gorduras, ao mesmo tempo em que aumentaria a massa muscular. Também a enzima G6PD, formadora de grande quantidade de radicais livres, é inibida pela DHEA, a qual, atuando como verdadeiro anti-radical livre, protege a integridade celular.
Sistema nervoso: Há anos a DHEA vem sendo relacionada com a melhora da inteligência, cognição e sensibilidade. Os resultados ainda são acanhados, contraditórios mas, não obstante, algo esperançosos.Os presumíveis efeitos antidemenciais ou antienvelhecimento da DHEA ganharam destaque através do livro de Eugene Roberts, Smart Drugs e Nutrients. O termo Smart Drugs ganhou espaço na mídia, mais que nos meios científicos, a partir de linhas de pesquisa estabelecidas nas universidades americanas de Nova Iorque e da Califórnia, onde vários pesquisadores iniciaram estudos sobre como melhorar o desempenho da mente humana. As drogas ou substâncias capazes de melhorar aspectos do desempenho mental, seja na memória, entendimento, concentração, vigília, etc, foram apelidadas Smart Drugs ou, em português, Drogas da Esperteza (Dermival Pansera).
Embora alguns estudos mostrem uma relação significativa entre Doença de Alzheimer e baixas concentrações da DHEA (Murialdo, 2000), ainda faltam pesquisas suficientes para recomendar o tratamento com DHEA para a melhoria no estado de ânimo, para o incremento da inteligência ou da cognição, como querem crer alguns pesquisadores mais intrépidos.
Envelhecimento: O cortisol aumentado induz (ou acompanha?) ao envelhecimento cerebral, o declínio imunológico, etc. Esta diminuição pode ser, juntamente com outros fatores, responsável por algumas características da terceira idade, tais como diminuição da capacidade cognitiva e da imunidade.É tão estreita a relação baixa de DHEA/envelhecimento, que este esteróide tem sido utilizado como marcador biológico do envelhecimento, pois níveis baixos são equivalentes a um grau mais avançado de aterosclerose, maior incidência de doença cardiovascular, de tumores malignos, resistência à insulina com propensão a diabetes, declínios cognitivos, doença degenerativa cerebral.Também foram encontrados níveis baixos de DHEA em pacientes com osteoporose, com tumores de mama e em 11 de 13 pacientes com leucemia (Demeter, 1991).Há uma tendência moderna em crer-se que sua aplicação terapêutica tornaria possível uma menor e mais lenta evolução desses processos degenerativos. Com a reposição hormonal, muitos desses sintomas tenderiam a se retardar.
Precauções e Cuidados: A utilização do DHEA como droga "Anti-envelhecimento" deve ser feita sob estrita observação médica. Nos homens, o DHEA é responsável pelo aumento da testosterona que irá se transformar em Dihidrotestosterona, substância que induz ao crescimento das células prostáticas, tanto as normais quanto as tumorais. Sendo assim, seu uso é terminantemente contra indicado nas hipertrofias prostáticas severas e no câncer de próstata. É por isso que, para o uso da DHEA, os homens têm que se submeter a um exame da próstata, incluindo a dosagem sanguínea do PSA. É indicado para homens, acima dos 40 anos, o uso concomitante de substâncias inibidoras da "5 alfa redutase" para diminuir a conversão da Testosterona em Dihidrotestosterona. As mulheres medicadas com DHEA devem se submeter a um exame ginecológico para avaliar o estado das mamas e, se estiverem fazendo uso de reposição hormonal estrogênica, a utilização concomitante com o DHEA deve seguir um controle mais rígido para o ajuste da dose de ambos os hormônios, tendo em vista que o DHEA irá se transformar, em parte, em estrogênio. Está contra indicado o uso do DHEA na displasia mamária severa e nos casos de câncer de mama.
Indicações: O DHEA tem sido indicado nos distúrbios da cognição em geral, na perda de concentração, desinteresse sexual e baixa imunidade. Algumas clínicas geriátricas recomendam esse esteróide na osteoporose, exatamente por ser ele um precursor androgênico e estrogênico. Atualmente os casos de Fadiga Crônica, a par dos outros fatores envolvidos nessa síndrome, tal como as alergias alimentares, candidíase sistêmica, etc, a DHEA propicia melhorias no quadro patológico. Para a Doença de Alzheimer, a DHEA demonstrou ser capaz de proteger os neurônios e de aumentar a sua capacidade de estabelecer contato (axônios). Embora esses efeitos tenham sido observados in vitro, muitos pesquisadores estão utilizando este esteróide para evitar a progressão da doença.
Doses: Variam de acordo com a via de administração escolhida: Uso oral : Cápsulas orais - com 50 a 250 mg por cápsula. Posologia: 1 cápsula duas vezes ao dia. Uso sublingual: Cápsulas sublinguais com 25 a 100 mg por cápsula . Posologia: 1 cápsula duas vezes ao dia.
DHEA 50mg – 50 cápsulas – R$ 50,00 cada frasco
DHEA 25mg – 60 cápsulas – R$ 40,00 cada frasco


Melatonina

A melatonina é uma substância natural semelhante a um hormônio que é produzida na glândula pineal (localizada profundamente no cérebro) e por outros tecidos, como o aparelho gastrointestinal. Ela está relacionada, de várias formas, com o ritmo circadiano e a regulação fisiológica do organismo, ajustando e mantendo o relógio biológico que administra o ritmo de funcionamento do corpo. Do ponto de vista experimental, a melatonina modifica a imunidade, a resposta ao estresse e algumas características do processo de envelhecimento.No contexto clínico, tem sido utilizada nos distúrbios do ritmo biológico, alterações relacionadas ao sono e o câncer. Ela possui vários e significativos efeitos biológicos. Foi lançada no mercado em 1993. Na área de distúrbios do sono, a melatonina tem se mostrado eficaz no tratamento de uma condição denominada síndrome da fase do sono retardada e na correção de alterações do ritmo circadiano ligados a mudanças de fuso horário e pelo trabalho. Os pesquisadores estudaram os efeitos anti-câncer da melatonina, que parece funcionar em conjunto com a vitamina B6 e o zinco, opondo-se à degradação do sistema imunológico proporcionada pelo envelhecimento.Um trabalho recente descreve a utilização da melatonina no tratamento dos distúrbios do sono em crianças hiperativas e com comprometimento neurológico: pequenas doses noturnas corrigem as alterações do sono, e os investigadores observaram uma melhora no humor e um posicionamento social favorável e mais estável em crianças que receberam melatonina. A melatonina também pareceu promissora no tratamento de problemas femininos, como a osteoporose, a síndrome pré-menstrual, e até mesmo o controle da natalidade. Por se tratar de um dos principais hormônios anti-estresse, participa ainda das funções adaptativas e estimulantes.


Bioquímica da melatonina
A melatonina estabiliza e sincroniza a atividade elétrica do sistema nervoso central. Por outro lado, a ausência da glândula pineal predispõe os animais a crises convulsivas. Muitos defendem que a pineal, atuando não apenas através da melatonina, é uma "estrutura tranqüilizadora que suporta o equilíbrio do organismo", agindo como um órgão sincronizador, estabilizador e moderador. Isso sugere que a melatonina pode ter muitas aplicações em condições onde é importante estabilizar e harmonizar a atividade cerebral.
Contra-indicações
Ainda existem poucos dados sobre as influências indiretas da melatonina a longo prazo sobre o organismo. As pessoas devem descobrir qual é a melhor dose individual, iniciando-se com cerca de 3mg por dia. A melatonina tem de ser tomada à noite, de preferência algumas horas antes de dormir (17-20h). A dose ideal pode variar bastante entre pessoas diferentes, aparentemente devido a variações no metabolismo hepático dessa substância. A velocidade do metabolismo é fundamental para o incremento nas doses com o decorrer do tempo. Alguns trabalhos recentes relatam alguns distúrbios do sono, principalmente pesadelos, com a utilização de altas doses de melatonina. Esses estudos foram publicados principalmente sob a forma de relatos de caso, mas devem ser levados em consideração por pessoas que acreditam não existirem efeitos colaterais. Deve-se lembrar que todas as drogas, particularmente quando utilizadas com doses inadequadas, apresentam efeitos colaterais.
Desempenho esportivo
Um dos aspectos mais importantes para o desempenho adequado (e um dos menos praticados) é o conceito de padrão de sono regular. Acredita-se que os atletas exigem muito do seu corpo e não dormem adequadamente, limitando a sua performance e a longevidade.
A melatonina e a saúde em geral
Hoje em dia, as pessoas têm uma vida cheia de estresse. Estima-se que cerca de um quarto da população apresenta distúrbios do sono. Além disso, a melatonina parece ser promissora para indivíduos portadores de doenças crônicas e os aspectos psicológicos negativos do estresse. Conseguir uma boa noite de sono ajuda bastante no processo de melhora. Os profissionais da área de saúde devem estar familiarizados com os benefícios e os efeitos colaterais do uso da melatonina, além das doses iniciais recomendadas. A ingestão durante o dia pode exacerbar as lesões provocadas pela luz em receptores dos olhos. Para a maior segurança, a melatonina deve ser tomada à noite.
Aumentando a produção de melatonina
A lista a seguir apresenta algumas observações relacionadas à produção de melatonina. Observando essas recomendações, é possível aumentar a produção de melatonina natural durante o transcorrer do dia.
• Aproveite mais a luz do dia pela manhã. Dormir excessivamente pode dificultar a distinção entre a noite e o dia, reduzindo a amplitude dos ciclos sono-vigília.
• Permaneça ativo durante o dia, restringindo os cochilos durante o dia a não mais que 30 minutos. A atividade física diminui a produção de melatonina durante o dia e atua também elevando a temperatura corporal.
• Tente exercitar-se pela manhã, e não à tarde. A glândula pineal funciona como um relógio que precisa ser ajustado todos os dias. O melhor modo de fazê-lo é a combinação de luz e atividade física.
• Evite a ingestão de cafeína e bebidas alcóolicas durante a noite.
Dê preferência a refeições maiores e ricas em proteínas durante o dia, comendo em menor quantidade uma dieta rica em carboidratos à noite. Os carboidratos promovem a produção e oferta de triptofano ao cérebro, aminoácido a partir do qual são produzidas a melatonina e a serotonina.
• O jantar deve ser servido bem antes da hora de dormir. A digestão aumenta a temperatura do corpo, dificultando o sono.
• Evite atividade física ou mental excessiva após as 18 horas. A liberação de hormônios ligados ao estresse provocado por essas atividades interfere com a produção de serotonina e melatonina.
Referências
1. Barnett, ER. (pub). Physician's Desk Reference for non-prescription drugs. Medical Economics Co. 1990.
2. Herbert, J. The age of dehyroepiandrosterone. Lancet. 345:1193-94, 1995.
3. Lewis, A.E., Cloutre, D. Melatonin and the biological clock. Keats Good Health Guide. Keats Publishing, New Canoon, CT. 1996.

Melatonina 3mg – 240cápsulas – R$ 100,00 cada frasco

5-HTP

O 5-HTP é um precursor direto da serotonina, um importante neurotransmissor inibidor, que é secretada como resposta a alterações de humor ou emocionais. É produzido a partir das sementes de Griffonia simplicifolia, um arbusto tropical que se encontra em África Ocidental. O 5-HTP ajuda a elevar os níveis de serotonina no cérebro, o que pode ter um efeito positivo na diminuição da depressão, no aumento da auto-estima, no sono, humor ansiedade, agressividade, controlo do apetite, temperatura, comportamento sexual e sensação de dor.
A serotonina está envolvida numa série de processos fisiológicos, incluindo a depressão, a auto-estima, a contracção suave dos músculos, a regulação da pressão arterial e a neurotransmissão tanto do sistema nervoso central como do periférico. No sistema nervoso central, actua como neurotransmissor. É sintetizada a partir do triptofano, a nível do cérebro, coluna, tracto gastrointestinal, brônquios, tiróide, pâncreas e timo. A serotonina que circula nos nossos vasos sanguíneos, normalmente, não entra no cérebro devido a não conseguir trespassar a barreira hematoencefálica, por isso, tem de ser produzida no cérebro a partir do 5-HTP.

5-HTP 50mg – 45 cápsulas – R$ 60,00 cada frasco


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Love Speel
Romantic Wish
Delicate Petals
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Strawberries and Champagne
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